Pilares apodrecidos na margem do rio, sustentam a fome. Miséria fétida entranhada nas brechas das instaveis estruturas emboloradas.
Cidadãos que erguem o mundo, movimentam as ruas, as bolsas, os números
Dormindo na calçada dura da hipocrisia capitalista.
Lógica egoísta de produção
Açorianos caem com mãos e joelhos no chão
Dispostos a se refabricarem em prol de novas urbanidades estrangeiras.
Inúmeros núcleos paradisíacos sustentados pela podridão.
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